A Rota das Abolições da Escravidão
e dos Direitos Humanos
 
  Anne Marie Javouhey e a experiencia emancipadora de Mana(Guyana Francesa)

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Anne Marie Javouhey, nasceu o dia 11 de novembro de 1779 em Jallanges ubicado no departamento de Côte d’Or, filha de Baltazard Javouhey ; labrador e bom cristião, que logo a seguir se radicou no municipio vizinhno de Chamblanc, onde ela pasou a infancia.
  
 


   Casa da familia Javouhey em Chamblanc na França


Anne-Marie Javouhey

A Revolução francesa, generadora de persecuções reliogiosas e descristianização, vai impactar à adolescente e orientar sua vocação. Acostumada a dar instrução a meninos pobres, não tem medo, a pesar do terror revolucionario e em contra da voluntade do seu pai, de se dedicar a Deus.

Ja se confirma um caracter, que,  nem as presoes familiais primeiro, nem os acontecimentos que iam  seguir, nao poderam parar nem alterar.

Depois de ter sido bendita, durante o ano anterior em 1804 pelo Papa Pie VII em Chalon sur Saône, pula a cerca para se dedicar a  religião, com suas tres irmãs, e estabelece, em 1805, a congregação de Saint Joseph. Oficializada em 1806 pelo Imperador Napoleon I, a Congregação, se instala em 1812 em Cluny e leva agora o nome de Saint Joseph de Cluny.

Essa Ordem, dedicada à educação, consegue boa reputaçao e rapidamente é solicitada pelo Ministerio das Colonias para misões no Ultra-Mar. Vira a primeira ordem de religiosas misionarias.

No ano 1817 é a primeira saida de religiosas para a Ilha Burbon, em 1819 acontece outras saidas para Senegal, Gambia e Sierre Leone, e tres anos depois seguem outras religiosas para Guadalupe e Guyana e Martinica em 1823. Ao regresar de uma estadia de dos anos em Senegal em 1824, ela organiza em Bailleul, o primeiro seminario áfricano da França,  onde serão formados, em 1840,os primeiros pais negros senegales.


Em 1828, viaja para Guyana, levando 36 religiosas e 50 emigrantes para fundear uma colonia agricola em Mana, de donde regresa em 1833 depois de ter conseguido um resultado meio positivo .

Em 1835, vai novamente para Guyana e se ve encarregada de 500 escravos negros remitidos pelo governo, e que ela vai  cristianizar e iniciar a  diversos trabalhos. Concebendo a liberdade a traves da  educação e da capacidade a se asumir, consegue dar a prova que os negros, a pesar das condições da esclavatura do que padeceram, são plenamente humanos, e podem chegar a ser civilizados, ter as mismas capacidades e vivir na igualdade com os demais. Em 1838 da a liberdade a uns primeiros 185 escravos negros.
 



Lista dos primeiros 185 escravos negros libertados por Anne Marie Javouhey en 1838




Igreja e monumento dedicado a Anne Marie Javouheu em Mana na Guyana francesa 

Mulher de caracter e de ação, será vítima de oposições por parte de su ierarquía e do sistema colonial. Frente ao obispo de Autun quem quere apoderarse da congregação e a dirigir, vai  resistir, a pesar da calomnia e das presões. Unico lugar de liberdade no sistema escravagista, a experiencia de Mana, vai  receber o maior interesse e varios apoios, hasta que em 1848 a IIda República proclamará a abolição geral da escravidão.


Tendo regresado para França em 1843, Anne Marie Javouhey, fiel aos Evangelios, vai continuar sua obra para combater a miseria e desenvolver a educação « sempre querendo estar onde tem perigo e dores », hasta aquele dia do 15 de julio 1851, cuando abandona as 1200 irmãs da sua Ordem, para encontrarse com Deus.

Em 1950, o Pai Pie XII, beatificou Anne Marie Javouhey, e durante o ano siguinte seu corpo sera trasladado em Senlis  onde sempre quis estar.
Hoje em dia, dois seculos  mas tarde, as irmãs de Saint Joseph de Cluny sao mas de 3000 nos 5 continentes.

 

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