A Rota das Abolições da Escravidão
e dos Direitos Humanos
 
  Casa da Negritude

História
História
Prático
Prático
Aceso
Acesso
Manifestaçoes
Manifestaçoes

« Os habitantes de Champagney não podem pensar nas dores que padecem os negros nas colonias, sem ficar com o coração penetrado pelo maior sofrimento...».
Artigo 29 do caderno de queixas de Champagney. 19 de março 1789.

A casa da Negritude e dos Direitos Humanos justifica sua denominação pela patronagem do ex-presidente da República do Sénégal, Leopold Sedar Senghor quem o otorgou em 1971.

Neste lugar de memória elaborado a partir do artigo 29 do caderno de queixas de Champagney, no cual os habitantes desta humilde aldeia  pediram a abolição da escravidão dos negros (19 de março 1789) se evoca o contexto da redação de aquel texto, visionario, esclarecido e feito com coragem, a história da escravidão dos Negros asi como as formas contemporeanas de servitude.
 
 
O visitante poderá descobrir a reprodução de um barco negreiro e numerosos objetos africanos e haitianos ilustrando a negritude, os valores da civilização negra, amada por Leopold Senghor.
 


Reproduction d'un navire négrier - Champagney
Barco transportando escravos

«  O antilhano da diáspora africana, exprime seu maior reconhecimento aos homens e mulheres de CHAMPAGNEY A GRANDE. Mas longe dos erros, das culpas e dos crimes, essa mão dada com franqueza desde 1789, obliga os descendentes de escravos a seguir homenageando a França. Da qual alma foi salva em Champagney aquele dia 19 de março. »

Camille Darsières, deputado da Martinica. Livro de Ouro de Champagney.


Contatem a Casa da Négritude >>

 

Copyright © 2007 Route des Abolitions tous droits réservés
Réalisation Torop.Net - Site mis à jour avec wsb.sw4torop.net
Plan du site
Avec le soutien financier de :